22.6.10

2010- 22/06 não sou nenhum sinsonte, quem me dera.. Thiago de Melo

Um uirapuru chegou cedinho lá das terras firmes da mata , atravessou o rio Andirá, pousou no parapeito de mogno da casa que Lucio Costa inventou para mim, estremeceu bonito as asas e me disse cantando:
- não sou nenhum sinsonte, quem me dera,
nem as suavidades tenho do sabi-a-laranjeira,
mas quero mandar o meu canto
para enfeitar a festa da Marília,
em nome do coração da floresta,
pelo bem que o livro dela
já está fazendo a quem tem,
nesta minha, tua e dela
América, a precisão
de amor e de claridão.

Bem, Marilia querida , não posso deixar de atender o meu companheiro abençoado. Aproveito o canto dele, para te dizer que celebro a festa e louvo o livro, digo viva a tua vida , só falta agora pedir que me mandes um exemplar para a

Thiago de Melo

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